
Volodymyr Zelenskyy
presidente da Ucrânia
O presidente da Ucrânia diz que as respetivas forças estão “a estabilizar a situação e a manter posições, de forma firme, o que provoca o pânico entre os invasores”.
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“Avisámos os militares russos de que só têm duas opções: escapar ou ser capturados. E os colaboradores também podem tentar escapar, se a Rússia os deixa entrar no território, mesmo tendo-lhes dado passaportes, ou ser julgados de acordo com a legislação da Ucrânia”, afirmou Volodymyr Zelenskyy.
Regiões separatistas querem referendar adesão à Rússia
Face ao avanço da contraofensiva, nas regiões separatistas as chamadas câmaras públicas – que são orgãos consultivos – pediram às lideranças pró-russas para avançarem com referendos de adesão à Rússia.
Lina Vokalova, vice-presidente da Câmara Pública de Luhansk, afirmava que “s residentes do Donbass já escolheram em 2014, no referendo de autodeterminação” e têm “esperado, todos estes anos, que haja finalmente um segundo referendo que realize o sonho de regressar à Rússia”.
Ucrânia denuncia “terrorismo nuclear”
Entretanto, o diretor da Agência Internacional de Energia Atómica pediu que parem imediatamente todas as ações militares contra instalações nucleares, depois de Kiev ter anunciado a queda de um míssil russo a 300 metros de uma central na província de Mykolaiv, no sul da Ucrânia.
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